quinta-feira, 3 de junho de 2010
Lisboa ...
domingo, 30 de maio de 2010
O vosso projecto foi ...

Poster elaborado para a participação:
sábado, 22 de maio de 2010
" A gaiola ... "

Voltámos a colocá-lo lá dentro e deixámo-lo percorrer o caminho sozinho, encontrando a saída. Verificámos também, depois de algumas tentativas, que o tempo diminuia e ele, efectivamente, encontrava a saída, passando de 2 minutos para 20segundos. Algo que demonstra a sua inteligência, tal como o labirinto radial.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Vamos agora apresentar uma tabela com fotografias referentes aos raios e à quantidade de reforços existentes, negativos e positivos, esperando assim que estas os caracterizem da melhor forma, para existir uma maior visualização da experiência.

O video seguinte foi gravado numa das vezes em que testámos o rato com uma só recompensa, ou seja, um só reforço positivo :
Esperamos com isto ser o mais esclarecedoras possível !
sábado, 1 de maio de 2010
Ao mesmo tempo, colocámos em provetas água destilada com Dafnias e Artémias Salina (em separado) e forramos os mesmos com papel de aluminio para impedir que, em certas zonas, a luz incida sobre as provetas. O objectivo é verificar o fototactismo em ambas as espécies.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Labirinto Radial

Apresentamos assim, com esta fotografia a Besta e o labirinto radial : panos amarelos - repelente e o queijo (que não se encontra pois o hamster já o comeu) - recompensa .
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
" A Besta ... "
Como já dissemos anteriormente, temos um novo projecto - "A Besta ...', que será o nome do nosso blog nos próximos tempos!

"Besta" foi o nome dado ao hamster, como achámos engraçado e este seria o nosso objecto de estudo, optámos por dar o mesmo nome ao projecto! Pretendemos então, através de sucessivas experiências, estudar a aprendizagem condicionada por reforços positivos e negativos do hamster. Para isso :
- Utilizaremos um labirinto radial;
- Utilizaremos uma recompensa, servindo de refoço positivo;
- Utilizaremos um repelente, servindo de reforço negativo;
- Utilizaremos, por fim, estimulos que influenciam o hamster.
Fases do trabalho:
O rato vai ser sujeito a :
- 4 raios com recompensa;
- 3 raios com recompensa;
- 2 raios com recompensa;
- 1 raio com recompensa;
- Raios sem recompensa.
Isto irá durar algum tempo, o nosso objectivo é verificar se o rato aprendeu a ir para o raio determinado por nós, sem a presença do reforço positvo. Se sim, então o rato aprendeu, através de refoços negativos e positivos apresentados anteriormente qual era o raio que nós queriamos que este se dirigisse.
quarta-feira, 17 de março de 2010
'A Mudança ...'
- Devido à impossibilidade de progresso do projecto desenvolvido até agora, vimo-nos obrigadas a decretar o fim do mesmo, provocando-nos alguma desmotivação e tristeza!
- No entanto temos um novo projecto em mãos - 'A Besta ...' onde pretendemos verificar a aprendizagem nos hamsters. Nos próximos dias apresentaremos fotografias e uma explicação mais detalhada sobre o nosso novo projecto.
terça-feira, 16 de março de 2010
'Dáfnias'

Legenda: Frasco com dáfnias e lodo diluido;Frasco com dáfnias + lodo diluido; Frasco com dáfnias + água;
Nas dáfnias não se verificaram consequências negativas, bem pelo contrário. Verificámos que num espaço de uma semana, sem alimentação, estas reproduziram-se imenso, pois a quantidade das mesmas aumentou bastante. Esta observação permitiu-nos concluir que, ainda que alguns seres morram devido à existência de lodo, - que inibe o crescimento da vegetação que serve de alimento a outros seres - existem outros que são capazes de se adaptar ao meio em que estão inseridos e assim conseguem reproduzir-se, multiplicarem-se e sobreviverem.
" Conclusões "
- Após a observação do desenvolvimento e do resultado final das experiências, podemos tirar algumas conclusões:
No caso do feijão, este desenvolveu-se bem no vaso sem lodo, no entanto, no vaso que continha o lodo com a terra este apresentava-se demasiado solidificado e passado várias semanas do inicio da experiência, já continham um pouco de musgo. Podemos concluir, através de comparações, que o lodo inibe o crescimento das plantas, o que fez com que o moliço, planta que anteriormente existia em abundância na Ria de Aveiro e que era muito fértil, desaparecesse. Tudo isto devido ao aparecimento da poluição por parte das fábricas, criando assim o lodo.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Finalmente, começámos a ver frutos do trabalho realizado no primeiro período . Estas duas semanas tem corrido muito bem , temos desenvolvido o nosso trabalho. Já conseguimos plantar o feijão, utilizámos dois baldes, um com terra e outro com terra misturado com lodo , numa proporção de 3:2, onde colocámos 8 sementes ... ! Iniciámos a diluição do lodo e aprendemos a criar as nossas dáfnias .Surgiram alguns problemas, mas a boa disposição do grupo e o trabalho de equipa conseguiu superar como a figura bem ilustra .
Apresentaremos notícias em breve .
